Uma resenha publicada no jornal sueco Dagens Nyheter chama atenção para um livro em que a autora Sarah Sheppard desafia uma das ideias mais arraigadas da humanidade: a de que somos o ponto mais alto da evolução.
O crítico Kristofer Ahlström descreve o trabalho de Sheppard como um discurso apaixonado contra essa visão — e diz que a autora trata nada menos do que o fim do mundo com o tom de uma festa corporativa entediante.
A ideia de que o ser humano seria a ‘coroa da evolução’ é antiga e muito difundida, mas vem sendo questionada por cientistas e pensadores há décadas. Sheppard parece entrar nesse debate com energia e uma pitada de ironia.
Segundo o resenhista, o livro provoca bastante irritação — no bom sentido — ao expor o quanto essa autoimagem grandiosa da humanidade pode ser equivocada e até perigosa.
A resenha não entrega detalhes sobre conclusões ou propostas concretas do livro, mas o tom sugere uma leitura provocativa para quem gosta de questionar certezas sobre o lugar do ser humano no planeta.
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Fonte: DN_SE