Todo ano, entre dois e quatro bebês saudáveis morrem de colapso súbito na Suécia — e um grande levantamento sueco indica que a maioria desses casos poderia ser evitada com orientações mais claras para pais e profissionais de saúde.
O estudo aponta que diretrizes mais precisas sobre como cuidar de recém-nascidos nas primeiras horas de vida são a chave para reduzir esses casos. O professor Eric Herlenius, um dos responsáveis pela pesquisa, afirma que o tamanho real do problema ainda não foi compreendido pelas autoridades e pelo sistema de saúde.
O chamado colapso súbito do lactente é diferente da morte súbita do bebê mais conhecida pelo público. Ele acontece com recém-nascidos aparentemente saudáveis, geralmente nas primeiras horas após o nascimento, muitas vezes durante o contato pele a pele com a mãe.
Com orientações mais claras — tanto para os pais quanto para os profissionais que acompanham o parto — seria possível identificar sinais de alerta mais cedo e agir a tempo. O levantamento sugere que a falta de informação é um fator determinante nesses desfechos trágicos.
A expectativa é que os resultados da pesquisa pressionem por mudanças nas recomendações oficiais da Suécia. Se isso acontecer, a tendência é que o número de mortes caia de forma significativa nos próximos anos.
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Fonte: DN_SE