A noite eleitoral na Suécia foi de tirar o fôlego: o bloco de esquerda liderado pela primeira-ministra Magdalena Andersson terminou à frente por apenas 28.600 votos. Uma diferença pequeníssima que deixou todo mundo na ponta da cadeira.
Ainda não acabou, porém. Faltam ser contabilizados os votos antecipados mais tardios e os votos enviados por suecos que moram fora do país — e é exatamente aí que o jogo pode virar, ou não.
A análise de dados do jornal DN mergulhou nas estatísticas de eleições anteriores para entender o que esperar dessas urnas que ainda estão chegando. O histórico dá uma pista importante sobre o que vem por aí.
Segundo essa análise, as tendências de anos anteriores favorecem Andersson: os votos do exterior e os votos antecipados tardios costumam beneficiar o bloco de esquerda, o que sugere que ela deve conseguir manter a liderança.
Mas nada está garantido. Com uma margem tão apertada, qualquer variação pode mudar o resultado final, e o país vai ter que esperar a contagem completa para saber quem realmente ganhou.
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Fonte: DN_SE