A Suécia registrou uma queda impressionante nas mortes causadas por AVC: a taxa de mortalidade pela doença caiu mais da metade desde o início dos anos 2000. Ou seja, hoje muito mais gente sobrevive a um derrame do que há duas décadas.
O neurologista e professor Bo Norrving não economizou nas palavras para celebrar o resultado. Segundo ele, trata-se de ‘um dos maiores avanços que vimos na medicina em muitos anos’ — e olha que a medicina avançou bastante nesse período.
Esse tipo de progresso costuma ser resultado de uma combinação de fatores: diagnóstico mais rápido, tratamentos mais eficazes e uma rede de atendimento de emergência mais bem preparada para lidar com casos de AVC. A Suécia tem investido nessa área há anos.
A redução pela metade das mortes é um número que impressiona qualquer um. Significa que milhares de pessoas que, em outras épocas, não teriam sobrevivido, hoje estão vivas — muitas delas com boa qualidade de vida após a recuperação.
A tendência animadora abre espaço para ainda mais otimismo: com a medicina continuando a evoluir e o diagnóstico precoce se tornando cada vez mais acessível, a expectativa é que esses números continuem melhorando nos próximos anos.
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Fonte: SVT_NYHETER