Um homem leva a esposa para passear num museu e acaba se tornando, sem querer, o centro das atenções — pelo menos na própria cabeça.
O texto brinca com a situação clássica do marido que resolve fazer de guia improvisado, comentando as peças com uma autoridade que ele claramente não tem.
A piada gira em torno do tipo nórdico que se acha o charminho da região, mas que na prática está mais para peça de museu do que para curador.
No fim das contas, é ele mesmo quem acaba ‘exposto’, como se fosse mais um objeto curioso na vitrine do que um visitante sofisticado.
O cronista sueco usa o episódio para zoar com delicadeza esse perfil de homem que se leva a sério demais — e que provavelmente vai continuar assim por muitas visitas culturais pela frente.
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Fonte: DN_SE