Uma mãe sueca escreveu pedindo ajuda sobre uma situação bem comum em casa: o filho de quatro anos claramente prefere ela na maioria das horas, e o companheiro se sente rejeitado com isso. O problema é que, ultimamente, ele passou a reagir com raiva — tanto com ela quanto com o próprio filho.
A questão que ela traz é delicada: como apoiar o parceiro nesse momento difícil sem deixar de colocar limites quando a raiva aparece de forma inadequada? Ela quer ajudar, mas também proteger o filho.
Essa fase em que crianças pequenas se apegam mais a um dos pais é bastante conhecida no desenvolvimento infantil. Por volta dos três ou quatro anos, é super comum que a criança demonstre preferência clara por mamãe ou papai — e isso pode durar um tempo, causando frustração em quem se sente preterido.
A psicóloga infantil Malin Bergström foi chamada para dar conselhos sobre o caso. Ela é referência no assunto e orienta tanto sobre como o pai pode lidar com a rejeição quanto sobre onde estão os limites do comportamento aceitável dentro de casa.
A situação levanta um ponto importante para muitas famílias: sentir ciúme ou frustração é humano, mas deixar essa emoção virar raiva direcionada à criança ou ao parceiro é algo que precisa ser endereçado — de preferência com conversa, apoio e, se necessário, ajuda profissional.
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Fonte: DN_SE