Carlo Ancelotti deixou o banco do Real Madrid e assumiu um posto que nenhum estrangeiro jamais ocupou em campo numa Copa do Mundo: o de técnico da Seleção Brasileira. É o maior desafio da carreira do treinador italiano, pelo menos é o que aponta o El País.
Ancelotti se torna, assim, o primeiro treinador estrangeiro a comandar o Brasil numa Copa do Mundo. Só esse fato já seria suficiente para encher qualquer manchete, mas a pressão vai além do histórico.
O contexto não é dos mais fáceis. A Seleção chega a esse ciclo com um elenco considerado abaixo do nível de gerações anteriores — menos talento individual do que o Brasil costumava ter à disposição, segundo a análise do veículo espanhol.
Isso significa que Ancelotti terá que fazer mais com menos, algo que exige não só tática, mas também capacidade de motivar um grupo que carrega o peso enorme da camisa amarela. O impacto da escolha por um técnico estrangeiro ainda divide opiniões dentro e fora do país.
A grande pergunta agora é se a experiência acumulada por Ancelotti em clubes gigantes da Europa será suficiente para superar as urgências históricas da Canarinha. O mundo do futebol vai acompanhar de perto cada passo dessa nova fase.
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Fonte: ELPAIS