O exército israelense teria usado fósforo branco sobre áreas habitadas no Líbano, segundo especialistas e organizações de direitos humanos ouvidos pelo New York Times. O fósforo branco é uma substância incendiária extremamente perigosa, capaz de causar queimaduras graves e difíceis de apagar.
O uso desse tipo de armamento em regiões com grande concentração de civis é proibido pela Convenção de Genebra. A convenção estabelece regras claras sobre o que pode ou não ser usado em conflitos armados, justamente para proteger a população civil.
O fósforo branco não é exatamente uma novidade nos conflitos do Oriente Médio — Israel já foi acusado de usá-lo em Gaza e no Líbano em conflitos anteriores. Organizações como a Human Rights Watch documentaram casos semelhantes ao longo dos anos.
Se confirmado, o uso dessa substância em áreas habitadas pode configurar uma violação do direito internacional humanitário, o que aumenta a pressão sobre Israel no cenário diplomático global. As acusações chegam em um momento de grande tensão entre Israel e o Hezbollah no Líbano.
Ainda não há uma resposta oficial detalhada do governo israelense sobre essas acusações específicas. O caso deve ganhar mais atenção nos próximos dias, especialmente em organismos internacionais e no debate sobre o conflito na região.
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Fonte: DN_SE